Whoa!
início luzão f.ask pft Me
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Desapega do medo e deixa acontecer ✌

E eu o vi, lá do outro lado da rua, ele sorriu, e pude ver de perto o sorriso que me guiaria. Era uma tarde chata, e ele alegrou, as manhãs eram chatas, e ele alegrou, as tardes eram só, e ele completou. Era tudo ele, sempre ele, pra sempre ele. Foram anos, horas, minutos, segundos, foram vidas, sorrisos, choros, foi amor, foi ódio, foi medo, foi insegurança, mas foi. Foi o amor da minha vida. Era confuso, era rotina, era taxado, era fixado, era tão confuso quanto esse texto. Tinha pontos. Virgulas, e s p a ç o s. Espaços na vida, mas os corpos juntos, juntos na cama, juntos na mente, juntos de mãos, juntos de alma. Eram, foi, palavras, promessas, apenas, eram, foi. Só o passado. Um passado de 2 anos e meio, um passado presente, um pretérito perfeito. E dessa vez, eu o vi, lá do outro lado da rua, mas ele não sorriu, nem se quer me olhou, ele não conhecia mais o amor. Ele me deixou e a culpada fui eu, ele me deixou. O sorriso que me guiava, ainda me guia, estranho o presente aonde o único verbo cabível é no passado, estranho, assim como eu. Eu o amo, eu o adoro, eu o cuido, eu o namoro, eu sou dele, mas ele não é meu. E dessa vez eu o vi, lá, com os amigos sorrindo, vi de perto o sorriso que me guiou, mas de longe o olhar que me deixou. Fui forte, sou forte. Eu o aguento vê-lo indo embora, porque não há mais volta. Fizemos tudo valer a pena, sorrimos, brincamos, vivemos. Ouvimos Projota comendo hambúrguer em dias chuvosos, viramos noites jogando play. Vivemos, e vivemos bem. E dessa vez eu o vi, lá, do outro lado da rua, do outro lado da vida, mas dessa vez, só o vi.
L.R. (via wh-oa)
E eu o vi, lá do outro lado da rua, ele sorriu, e pude ver de perto o sorriso que me guiaria. Era uma tarde chata, e ele alegrou, as manhãs eram chatas, e ele alegrou, as tardes eram só, e ele completou. Era tudo ele, sempre ele, pra sempre ele. Foram anos, horas, minutos, segundos, foram vidas, sorrisos, choros, foi amor, foi ódio, foi medo, foi insegurança, mas foi. Foi o amor da minha vida. Era confuso, era rotina, era taxado, era fixado, era tão confuso quanto esse texto. Tinha pontos. Virgulas, e s p a ç o s. Espaços na vida, mas os corpos juntos, juntos na cama, juntos na mente, juntos de mãos, juntos de alma. Eram, foi, palavras, promessas, apenas, eram, foi. Só o passado. Um passado de 2 anos e meio, um passado presente, um pretérito perfeito. E dessa vez, eu o vi, lá do outro lado da rua, mas ele não sorriu, nem se quer me olhou, ele não conhecia mais o amor. Ele me deixou e a culpada fui eu, ele me deixou. O sorriso que me guiava, ainda me guia, estranho o presente aonde o único verbo cabível é no passado, estranho, assim como eu. Eu o amo, eu o adoro, eu o cuido, eu o namoro, eu sou dele, mas ele não é meu. E dessa vez eu o vi, lá, com os amigos sorrindo, vi de perto o sorriso que me guiou, mas de longe o olhar que me deixou. Fui forte, sou forte. Eu o aguento vê-lo indo embora, porque não há mais volta. Fizemos tudo valer a pena, sorrimos, brincamos, vivemos. Ouvimos Projota comendo hambúrguer em dias chuvosos, viramos noites jogando play. Vivemos, e vivemos bem. E dessa vez eu o vi, lá, do outro lado da rua, do outro lado da vida, mas dessa vez, só o vi.
L.R.